A empresa
VALORBRAS é uma proposta, não uma promessa de prateleira.
A ideia é constituir uma companhia brasileira de economia mista, com controle permanente da União, capital internacional e gestão profissional. O nome carrega o programa: Brasil Vale Mais.
Ela pode aprender com Petrobras e Banco do Brasil na escala e na presença de Estado, e ir além na proteção do patrimônio público e do acionista minoritário. A referência de listagem, quando houver mercado, é o padrão de uma ação ordinária só — no espírito do Novo Mercado.
O IPO internacional não abre a companhia. Vem depois da constituição, dos projetos, da governança e das autorizações. Os códigos VLBR3, na B3, e VLBR, em ADR patrocinado, são sugestões. Ainda não existem como ações da VALORBRAS.

O que a empresa faz
- Coordena a passagem de mineral crítico para produto industrial.
- Prioriza processamento de terras raras e fabricação de ímãs.
- Busca contratos com quem compra o elo de maior valor, não só o minério.
- Mede resultado pela fatia de valor tecnológico retida no Brasil.
O que ela não é
- Não é um veículo de um bilionário específico.
- Não nasce listada em bolsa.
- Não troca controle público por atalho de capital.
- Não mede sucesso por toneladas exportadas em bruto.
Primeiro círculo de conversa
Parceiros a procurar, sem compromisso firmado.
WEG
Nome no mapa de diálogo industrial, tecnológico e de financiamento. Não é acordo anunciado.
Neo Performance Materials
Nome no mapa de diálogo industrial, tecnológico e de financiamento. Não é acordo anunciado.
Lynas
Nome no mapa de diálogo industrial, tecnológico e de financiamento. Não é acordo anunciado.
BNDES e Finep
Nome no mapa de diálogo industrial, tecnológico e de financiamento. Não é acordo anunciado.
A proposta se apoia na política nacional de minerais críticos e estratégicos e em esforços já existentes, como o MagBras e a base de terras raras em Poços de Caldas. O trabalho é organizar o que o país já começou.